terça-feira, 26 de julho de 2011

Alguns cuidados durante o aleitamento materno!

1. Ingurgitamento mamário:

É mais comum em primíparas (mães de primeira viagem) e costuma aparecer no segundo dia pós-parto. Resulta do aumento da vascularização e congestão vascular das mamas e da acumulação de leite. Pode atingir apenas a aréola, o corpo da mama ou ambos.
Quando a aréola está ingurgitada, a criança não consegue uma boa pega, o que pode ser doloroso para a mãe e frustrante para a criança, pois, nestas condições, há dificuldade para a saída do leite.
Para o tratamento do ingurgitamento mamário, são úteis as seguintes medidas:


  • Manter as mamas elevadas; usar um soutien apertado.
  • Compressas frias entre as mamadas para reduzir a vascularização.
  • Compressas quentes (ou ducha de água morna) antes das mamadas facilitam a saída do leite.
  • Amamentar com freqüência. Se necessário, extrair o leite manualmente ou com bomba de sucção.
  • Usar analgésico, se necessário.

2. Hipogalactia (diminuição do leite)

Queixa comum durante a amamentação é afirmar que se tem “pouco leite”, ou que o leite é fraco. Esta está relacionada, freqüentemente, com a insegurança materna quanto à sua capacidade de nutrir o seu filho, fazendo com que interprete o choro da criança e as mamadas freqüentes (normal no bebê pequeno) como sinais de fome. A ansiedade que tal situação gera na mãe e na família pode ser transmitida à criança, que responde com mais choro. O complemento com leites artificiais muitas vezes alivia a tensão materna e essa tranqüilidade vai-se repercutir no comportamento da criança, que passa a chorar menos, reforçando a idéia de que ela realmente estava passando fome.
A suficiência de leite materno é avaliada através do ganho ponderal da criança e o número de micções por dia (no mínimo 6 a 8). Se a produção do leite parecer insuficiente para a criança, pelo baixo ganho ponderal na ausência de patologias orgânicas, cabe ao médico conversar com a mãe e tentar determinar o que está a interferir com a produção do leite.
Nesse caso, é importante orientar a mãe a complementar a mamada ao invés de substituí-la pelo leite artificial, mantendo assim o estímulo da sucção, indispensável para a produção do leite.
Além da sucção dos mamilos, alguns fatores estão relacionados com o aumento dos níveis séricos de prolactina, tais como o sono e o exercício físico.

3. Traumas nos mamilos

As mães devem ser orientadas a procurar assistência médica quando surgirem traumas dos mamilos. A amamentação não deve ser dolorosa. Atenção:
  • Manter os mamilos sempre secos.
  • Após as mamadas, passar algumas gotas de leite sobre os mamilos.
  • Secar os mamilos
  • Expressão manual da aréola antes das mamadas.
  • Iniciar a amamentação pelo lado menos lesado.
  • Variar o posicionamento do bebê nas mamadas, evitando que ele pressione as áreas traumatizadas.
  • O uso de cremes com vitamina A e D ocasionalmente pode ajudar.
  • Usar creme com corticóide após as mamadas em casos de fissuras graves.
  • Analgésicos, se necessário.
Se o tratamento não surtir efeito e as fissuras forem suficientemente dolorosas a ponto de pôr em risco a amamentação, recomenda-se a suspensão da amamentação no seio mais comprometido por 24 a 48 horas, e efetuar o esvaziamento (manual ou com bomba de sucção) da mama comprometida, após cada mamada no outro seio. Após esse período, proceder da mesma forma com a outra mama.

4. Mastite

São as fissuras, na maioria das vezes, a porta de entrada para os germes (especialmente o Staphylococcus aureus) que provocam a mastite. Tal patologia deve ser precocemente diagnosticada e tratada. A mastite, em geral, compromete o estado geral da mulher, provocando dor local intensa, febre e mal-estar. A mama apresenta-se com edema, hiperemia e calor.
O tratamento é conduzido com antibióticos antiestafilocócicos (como, por exemplo, oxacilina e dicloxacilina) e esvaziamento suave e completo da mama comprometida, prevenindo, assim, o ingurgitamento e mantendo o suprimento do leite.
A amamentação não deve ser interrompida. Nos casos em que não ocorrer melhora após 48 horas de tratamento, pode estar a haver a formação de um abscesso, que pode ser palpado e identificado pela sensação de flutuação. Em tais casos está indicada a drenagem cirúrgica e, freqüentemente, a interrupção temporária da amamentação no seio afetado.

A alimentação da mulher que amamenta

Uma mãe saudável, bem nutrida, tem mais possibilidades de amamentar com sucesso. Calcula-se que para a produção do leite uma mulher necessite ingerir um acréscimo de, no mínimo, 500 calorias e 15g de proteínas por dia. Isto pode ser conseguido através de uma dieta variada que forneça todos os nutrientes essenciais.  Estudos demonstram que mulheres sem alimentação adequada, e mesmo desnutridas, têm nas mesmas condições para amamentar os seus filhos.




segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cólicas


Quando o bebê chora sem parar sem razão aparente, pode ser por cólica. O bebê pode dobrar os joelho em direção ao estômago geralmente as cólicas aparecem no final do dia. Para os pais e muito difícil lidar com as cólicas.
Nada parece ajudar quando o bebê tem cólica - parar de alimentar, trocar a fralda ou carregar no colo. Mais não se preocupe. A cólica dificilmente é perigosa e não dura muito tempo. As cólicas geralmente aparecem quando o bebê tem aproximadamente 2 semanas de vida. São mais intensas em torno dos 3 meses de idade. Geralmente desaparecem quando o bebê tem em torno de 4 meses de idade.


Causas
A cólica em bebês pode ser causada por:
  • Reflexo gastrocólico exacerbado, o que desaparece com a idade.
  • O bebê não consegue fazer digestão da comida.
  • O bebê tem alergia algum componente da comida.
  • O bebê tem gás (ar) no estômago.
  • O bebê não dorme o suficiente.
  • Barulhos na casa incomoda o bebê.
Quando passa a cólica, o bebê pode eliminar gases ou estar com a fralda cheia.
Algumas vezes, o bebê com cólicas tem um problema maior. Pode haver alguma coisa bloqueando o intestino, impedindo a passagem das fezes. O médico poderá examinar o bebê e realizar alguns exames para detectar este e outros possíveis problemas.

Prevenção
  • Mantenha a criança sentada ao alimentá-la. Dessa maneira a criança engolira menos ar.
  • Se você está amamentando tente estas dicas:
    • Evite beber refrigerante, café, chá e chocolate.
    • Pare de comer alimentos que tenham leite por 1 semana a cólica do bebê poderá desaparecer (converse com o seu médico antes de adotar essa medida. Ele poderá querer que você faça uma complementação de cálcio).
  • Não faça o leite do bebê muito quente.
  • Verifique o bico da mamadeira.Se o buraco for muito pequeno o bebê engolira ar.
  • Procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta ou amamenta o bebê.
  • Faça a criança arrotar com maior frequência. 
  •  
Dicas de autocuidado
Fique calma. Tente relaxar. É difícil lidar com um bebê chorando. Nenhuma das dicas abaixo irá curar a cólica, mas elas podem ajudar.
  • Certifique-se de que o bebê esteja recebendo comida suficiente. Ele pode apenas estar com fome.
  • Experimente diferentes bicos de mamadeira. Aumente o tamanho do buraco, se este for pequeno. Corte perpendicularmente ao buraco já existente. (Você fará um buraco em forma de x). veja abaixo como descobrir se o buraco esta muito pequeno:
    • Coloque leite frio na mamadeira.
    • Vire a mamadeira de cabeça para baixo e sacuda-a ou aperte-a.
    • Conte as gotas de leite que caem. Deve cair 1 gota a cada segundo. Se as gotas saírem mais devagar, é porque o buraco está muito pequeno.
  • Segure a criança em pé ou sentada para alimentá-la continue segurando a criança assim por algum tempo após ela terminar de comer.
  • Faça a criança arrotar depois de cada tomada de leite. Se estiver amamentando, faça-a arrotar também, entre um seio e outro.
  • Use uma chupeta mas nunca coloque a chupeta em uma corrente em volta do pescoço da criança.
  • Deite a criança apoiando o estômago dela ao longo do seu braço. Coloque o rosto do bebê na sua mão e deixe que as suas pernas cavalguem no seu braço. Segure as costas do bebê com o seu outro braço para evitar que ele caia. Caminhe com a criança nesta posição por algum tempo.
  • Coloque uma música suave. Isto poderá ajudar a acalmar você e o bebê.
  • Leve seu bebê para passear fora de casa em um carrinho.
  • Não de antiácidos ou gotas de dimeticona para o bebê a menos que o médico recomende.
  • Deixe a criança chorar até dormir se mais nada ajudar. Mas chame o médico se o bebê chorar por mais de 4 horas.
  • Peça para outra pessoa cuidar do bebê se você ficar muito estressada. Descanse um pouco.
  • Coloque uma bolsa térmica (calor baixo) ou bolsa de água quente sobre a barriga do bebê. Coloque sobre a roupa e verifique se a temperatura da água não está muito alta, para não queimar o bebê.

Importante
  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Coração de mãe

Rotina estressante e preocupações são os problemas mais comuns que atingem o coração das mães. Gestantes estão sujeitas a hipertensão, diabetes e colesterol


Coração de mãe precisa estar preparado para emoções fortes e um estado de alerta praticamente permanente. A responsabilidade sobre os filhos, somada à atual rotina de trabalho exige cuidados daquelas que são mães, profissionais e comandantes da casa. Por isso, uma atenção especial no dia-a-dia pode ser determinante para reduzir os riscos de qualquer problema cardiovascular a que elas estão suscetíveis.

Segundo o cardiologista Everton Dombeck, do Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba, é comum que as preocupações de mãe colaborem com o aparecimento de problemas cardíacos nas mulheres. Os motivos mais freqüentes são estresse, preocupações com a violência, com a falta de perspectiva futura ou de oportunidades para os filhos, e principalmente a drogadição e o alcoolismopor parte dos filhos. “Muitas mães chegam ao consultório com um quadro de somatização de todos esses problemas e responsabilidades, que acaba sendo o principal motivo para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares ou para a potencialização dos fatores de risco para essas doenças, como a hipertensão”, conta o médico. 

Para o especialista, uma educação equilibrada, com hábitos saudáveis, regras, direitos e deveres para as crianças, é uma das formas de prevenção contra possíveis problemas. “A mãe precisa avaliar suas prioridades e estar sempre presente na rotina e na educação dos filhos, desde pequenos. A mãe ansiosa terá filhos ansiosos, e assim por diante”, diz Dombeck. “Os problemas sempre vão existir, a diferença está em saber administrá-los e priorizar as situações. Isso pode melhorar e proteger muito a saúde das mamães, ressalta o médico. 
A dica é que não esqueçam de cuidar de si, mantendo uma rotina de exercícios físicos, alimentação saudável, exames preventivos, tanto ginecológicos quanto cardíacos, e dizer não ao tabagismo e ao alcoolismo.

O coração das futuras mamães

Gestantes também estão suscetíveis a problemas cardíacos ou fatores que levam a esta doença. Um deles é a hipertensão arterial, que em alguns casos, ocorre apenas durante a gestação. O cardiologista Everton Dombeck diz que a explicação está na retenção de líquidos que acontece neste período, provocando o inchaço e conseqüente aumento da pressão arterial. Ficar longos períodos sentada ou em pé pode contribuir para o agravamento do inchaço. Além disso, as alterações hormonais, que modificam e influenciam a fisiologia da mulher, podem contribuir para o aumento da pressão. O estresse também é um dos fatores de risco que deve ser evitado.

O estado extremo da hipertensão na gravidez, a chamada eclâmpsia ou pré-eclâmpsia, pode ser fatal durante a gestação. Por isso, explica o especialista, a importância do acompanhamento pré-natal: “Serve não só para verificar o desenvolvimento do feto, mas também todo o comportamento fisiológico da mãe, controlando o peso, a pressão arterial, entre outros pontos importantes”, diz.

Outra doença ligada ao sistema cardiovascular comum na gravidez é o diabetes gestacional, uma alteração no metabolismo dos açúcares no corpo. “Ela pode provocar a descompensação no metabolismo das gorduras, ou seja, o colesterol elevado”, alerta o médico.

Dombeck explica que o essencial para as futuras mamães é seguir uma dieta alimentar saudável, controlando o peso fazendo o exame pré-natal. Já para as mulheres que tinham hipertensão antes da gravidez, ou apresentavam outras doenças cardiovasculares, como arritmias, o acompanhamento com o cardiologista deve ser ainda mais rígido.






quarta-feira, 20 de julho de 2011

Ajudinha!

REFLUXO



O que explica o refluxo gastroesofágico que muitos bebês apresentam?

O refluxo gastroesofágico ocorre porque o tubo digestivo do bebê ainda não está maduro, e o leite que a criança deglutiu retorna para o esôfago, em vez de seguir o caminho normal, isto é, em vez de cair no estômago e prosseguir pelo tubo digestivo.
O refluxo obriga o bebê a interromper a mamada várias vezes. Ele pára de mamar, larga o peito da mãe, joga a cabeça para trás, porque está sentindo uma dor que o adulto define como azia ou queimação, e chora. Se esses sintomas persistirem, não conseguirá mamar direito e, conseqüentemente, não ganhará peso. 
Bebês com refluxo devem ser encaminhados para a avaliação de um gastropediatra, a fim de que sejam medicados adequadamente. 



Além da medicação eventualmente indicada para facilitar o esvaziamento gástrico, nos casos mais graves, o que os pais podem fazer para ajudar a criança que tem refluxo?

Dependendo do grau do refluxo, tanto a medicação quanto as medidas posturais são importantes para o tratamento do refluxo. O ideal é que os pais mantenham a cabeceira do berço elevada para que a gravidade impeça o retorno do leite. Por exemplo, colocar alguns livros sob a cabeceira para erguê-la um pouco ajuda a diminuir os episódios de refluxo.

 

Em que posição o refluxo gastroesofágico fica menos intenso?

Os episódios de refluxo de tornam menos intensos quando a criança fica com o tórax e a cabeça elevados, mais para sentada do que deitada na horizontal.



A criança mamou à noite. A mãe bate nas costinhas para que elimine o ar que deglutiu. Feito isso, em que posição é melhor deitá-la?

 Em decúbito lateral. É bom repetir que a elevação da cabeceira da cama do bebê ajuda a controlar a ocorrência do refluxo.



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terça-feira, 19 de julho de 2011

Pesadelos. O que fazer?

Crianças (1 a 3 anos)



Meu filho acorda chorando. São pesadelos? 


Enquanto a criança ainda não se comunica bem, é difícil tentar adivinhar por que ela acorda chorando à noite. 

Há vários motivos para uma criança acordar chorando. Há aquelas que acordam e precisam de ajuda para voltar a dormir, porque nunca aprenderam a se acalmar e adormecer sozinhas. Outras acordam porque estão desconfortáveis ou se sentindo mal. 

Se seu filho costuma dormir bem e de repente acorda chorando, com cara de assustado, agarra-se a você e tem dificuldade de voltar a dormir, pode sim ter sido um pesadelo. 

Os pesadelos acontecem com mais frequência na segunda metade da noite, fase do sono em que os sonhos são mais comuns. 

É fácil confundir pesadelos com episódios de terror noturno. O terror noturno é menos comum, e normalmente ocorre na primeira metade da noite. No terror noturno a criança não chega a acordar, e não se lembra do incidente na manhã seguinte. 

Há alguma causa específica para os pesadelos? 


É provável que os pesadelos do seu filho tenham relação com alguma coisa que tenha acontecido perto da hora de ir para a cama, como uma história que o assustou ou algum programa de TV mais forte. 

O estresse também pode provocar pesadelos. A própria hora de dormir já é uma fonte de tensão, principalmente se a criança não gosta de ficar longe dos pais.Outras possíveis causas são alguma doença ou um período longe de um dos pais. 

Essa fase também é marcada pelo surgimento de novos medos, que podem causar nervosismo e consequentemente pesadelos. 

Como posso ajudar meu filho depois do pesadelo? 


Em primeiro lugar, vá até ele quando ele chamar. Esse conforto físico faz diferença. Pegue-o no colo ou faça carinho até que ele se acalme. A presença de um objeto de segurança, como um boneco ou bichinho favoritos, ajudam a acalmar, assim como uma luzinha no quarto. 

Pense duas vezes antes de levar a criança para a sua cama. Você pode estar criando um hábito difícil de tirar, por isso é bom tomar a decisão já sabendo das consequências. 

Fale com a criança e mostre que está tudo bem, que ela está segura e que você está com ela. Dizer que "foi só um sonho" não adianta muita coisa para acalmá-la, pois com essa idade ela ainda não percebe bem a diferença entre sonho e realidade. 

Posso fazer alguma coisa para evitar os pesadelos? 


Não é garantia de nada, mas uma rotina bem tranquila e previsível na hora de dormir (banho, história, música) pode ajudar a afastar os pesadelos. Procure uma história de tom positivo para contar nessa hora. 

Observe bem o seu filho. Na noite em que ele teve o pesadelo, analise bem o que ele fez durante o dia, o que pode tê-lo assustado, se a rotina foi muito intensa ou se foi dormir tarde. Pense também no que o faz se sentir mais seguro -- para cada criança é uma coisa: uma luz acesa, uma naninha etc. É difícil, mas procure deixá-lo tranquilo sem incorrer nos erros mais comuns dos pais na hora de dormir. 

Caso os pesadelos continuem, deixando seu filho extremamente assustado e com medo de ir para a cama, converse com o pediatra. Os sonhos podem indicar algum problema no dia-a-dia da criança. 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Toda mãe deve saber.



1) Pode se vangloriar dos filhos que tem. É bom! Tire foto, não ligue 

em ser coruja. Faz parte!

2) Vista seu filho(a) pequeno (a) como um menino(a) pequenoa().

3) Faça suas coisas enquanto seu filho está acordado. Fique de

 olho nele e faça as coisas de casa com ele por perto mesmo.
Deixar para fazer as coisas chatas depois que ele dorme é cilada. 
Você tem de ter um tempo só seu. E, nesse tempo, fazer coisas gostosas.
Mãe bem humorada aproveita o filho cheio de energia. Mantenha 
o bom humor...

4) Fantasia e roupa "comum" são praticamente a mesma coisa. 

Melhor dizendo: fantasia é roupa de todo dia. É melhor liberar de 
uma vez e deixar seu filho usar as fantasias preferidas quando quiser, 
sempre que quiser.

5) Calcinha e cueca sujas de cocô têm de ir pro lixo. Sem choro 

nem vela.

6) Quando seu filho acordar, acorde também. Nada de querer que 

ele volte a dormir. Desista, isso nunca acontece. Aquela conversa 
de "só mais um pouquinho" é pura perda de tempo e de paciência. 
Então, força aí e pode ir levantando. Agora, se você estiver doente, 
grávida ou se ele acordar bem no meio da noite, ignore esse item.

7) Enquanto eles forem pequenos, compre sapatos baratos. Seu 

dinheirinho não caiu do céu e pé de criança cresce mais rápido do
 que agente imagina. É um susto atrás do outro.

8) Coloque band-aids em todos os lugares que seu filho quiser

 colocar. No machucado e onde não tem machucado nenhum. 
No corpo, todo, na parede...
Por que não?

9) Sempre corte o cabelo dos meninos no barbeiro. Esqueça a idéia

 de ir ao mesmo salão que você. Eles odeiam.

10) Não reprima os impulsos generosos da criança. Se ele oferecer 

para uma criança carente aquele brinquedo que acabou de ganhar,
 fique feliz.

11) Saiba de uma coisa: aquela manchinha na roupa mais bacana

 do seu filho não vai sair. E tudo bem. Quanto antes você aceitar isso, melhor.

12) Ensine seu filho a se balançar sozinho. Depender de um adulto

 para brincar no parquinho não é lá grande coisa, nem para 
você e nem para a criança. Além disso, aprender a ser independente
 é uma lição para a vida toda.

13) Você vai se sentir destruída com freqüência. Parece que um trator

 passou em cima da gente, é assim mesmo. Acostume-se. Levanta,
 sacode a poeira e esteja pronta pra outra.

14) Não se esqueça dos jogos de tabuleiros. Alguns são meio chatinhos

 mesmo, principalmente os de criança muito pequena.
Mas Batalha Naval e Banco Imobiliário não são de todo ruim.

15) Assuma seus caprichos - os seus e os de seu filho.

16) Em algum momento o final das férias chega e a correria recomeça.

 Comida saudável, mais regras, menos TV, tarefa, cuidar da casa, 
levar para escola. Espere. Saiba que, daqui a uns meses, 
o semestre acaba e tudo vai ser igual.
 É o ciclo da vida, meu bem.

17) A gente sabe que, quando seu filho se comporta mal, você 

deve explicar quais as conseqüências daquele ato... Mas, às vezes,
 é difícil falar isso para a criança de uma forma que ela entenda. 
Nesses casos, fale que, se ele não se comportar, você vai cortar 
as unhas dele ou fazer algo que ele realmente deteste. Esse exemplo 
costuma funcionar com os pais, mas é bom você achar um que dê 
certo com você.

18) Procure gostar do que ele gosta. Pode ser meio difícil quando

 ele repete o DVD pela milionésima vez, mas tem recompensa quando 
ele brinca com você daquele mesmo jogo que você gostava.

19) Compre desodorante para o seu filho antes que ele (e todo mundo) 

perceba que ele precisa de um.

20) Se seu filho for para algum lugar sem você, mande um paninho

 com ele. É como se um pedacinho de mãe estivesse ali.

21) Sabe aquele brinquedo que seu filho não larga? Compre cópias, 

pra não se estressar quando ele ficar na casa da avó.

22) Este é dos bons: use um edredom na cama e não esquente 

com o lençol de cima. Não só você vai adorar esse conselho, mas
seus filhos também - quando eles estiverem aprendendo
 a arrumar a cama.

23) Não adianta querer explicar para seu filho como funciona

 o mecanismo da descarga, por exemplo. Provavelmente, ele 
não vai se interessar muito...

24) Não aplique um castigo que fere mais do que o erro da criança.

25) Risque do seu vocabulário palavras ofensivas. Seu filho até

 pode estar errado, mas nunca deve ser chamado de "idiota" e coisas do tipo.

26) Faça sempre cara de quem adorou a gororoba que seu filho 

cozinha para você.

27) A não ser que seja verão e seu filho esteja no sítio, na praia 

ou na piscina, não caia na tentação de comprar brinquedos 
melequentos, que, na melhor das hipóteses, vão sujar seu sofá.

28) Ensine seus filhos a gostarem de música bacana. Pra que se

 torturar ouvindo o disco inteiro do "Ursinho não-sei-que-lá" se ele 
pode adorar os Beatles?

29) Se seu filho ocasionalmente, dormir sem escovar os dentes, 

o mundo não vai acabar. Criança dormindo não deveria 
ser acordada nunca.

30) Hoje em dia se vende o álbum de fotos até da formatura do 

primeiro ano. São caros e você não precisa gastar tanta grana. Faça
 você mesmo às fotos.

31) Seu filho deve ser premiado pelas vitórias que se esforçou 

para conquistar. Elogio é bom e todo mundo gosta.
32) Ensine seu filho a fazer o próprio café da manhã, mas sem pressão, 
no ritmo dele.

33) Responda com sinceridade: o que de ruim pode acontecer com seu 

filho se ele dormir de roupa?

34) Se a mudança da escola ou a nova babá não deu muito certo no começo, 

não fique estressado. Pense que, com o tempo, as coisas vão melhorar.

35) Você não precisa gostar de buffet barulhento.

36.) Nada de martírio se, um dia, precisar fazer uso de um suborno básico.

37.) Febre passa. Mas, até passar, você vai ficar com o coração na mão.

38.) Não deixe as festas de criança se transformar em motivo de estresse.

 Festa é alegria.

39.) Ser independente é uma coisa maravilhosa - pra todo mundo. Assim 

como ter um momento a dois. 


Tenha uma boa dose das duas coisas!!!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Uma boa alimentação




À medida que os filhos crescem, torna-se mais difícil convencê-los a comer determinados alimentos, pois vão ficando mais seletivos e exigentes.


Porém, não se pode deixar a alimentação somente sob as vontades dos pequenos, uma vez que o organismo necessita de repor proteínas, vitaminas, sais minerais, dentre outros, e isso acontece com uma alimentação balanceada e rica em nutrientes.
Desde pequenas as crianças necessitam de horários, regras que ajudam seu desenvolvimento. Essas normas devem seguir a rotina da casa, com horário para acordar, tomar café-da-manhã, almoçar, tomar banho e jantar.
A princípio, quando muito pequena, algumas adaptações da família são necessárias. Por exemplo: se a criança acorda às sete da manhã e toma uma mamadeira de leite, não ficará satisfeita até o horário do almoço, como os adultos. Dessa forma, deverá fazer um lanche, intermediário, por volta das dez da manhã, e esperar o horário do almoço, por volta de meio dia. Na verdade, todas essas orientações são dadas pelo médico pediatra da criança, e os pais devem seguir à risca.


A criança deve compartilhar o momento da refeição com a família

É comum ver crianças brincando ou correndo no horário das refeições, e um adulto com o prato na mão andando atrás dela, dando-lhe a comida. Isso é errado. A criança deve aprender regras sociais e segui-las, como se sentar à mesa na hora de comer.
Quando a família se sentar para o almoço, deve colocar a criança na cadeirinha dela, ao lado de todos, e fazer um pratinho com coisas mais sólidas, como pedacinhos de carne, por exemplo, para que ela própria coloque na boca, mesmo que com as mãos. Se a criança for maior e já conseguir comer sozinha, coloque seu prato e ajude-a quando necessário.
É importante mostrar para o filho que os pais comem as mesmas coisas que ele. Não adianta colocar legumes e verduras no prato da criança se os adultos não dão o bom exemplo. Alguns pais exigem que seus filhos comam bem, mas fazem suas refeições em “fast foods”. Lógico que o filho vai preferir um sanduíche ao invés de um prato de arroz com brócolis.


As guloseimas podem fazer parte da alimentação das crianças, mas desde que sejam oferecidas logo após as principais refeições e não tornando um hábito em suas vidas. Não terá problemas se comê-las nestes horários, pois já está bem nutrida e escovará os dentes em seguida.
Fazer uma horta é uma boa maneira de incentivar a criança a consumir os alimentos verdes, normalmente os menos aceitos. O pequeno sentirá prazer em cuidar das verduras e vegetais, além de ficar muito feliz em poder mexer com a terra, regar as plantas e depois colhê-las para a alimentação da família.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Futura mamãe


Todo cuidado é pouco!



     Durante a gravidez, existem algumas coisas que a futura mamãe terá de deixar de lado ou, no mínimo, reduzir no seu dia-a-dia. Veja o que você pode ou não fazer:

    Fumo:
 As conseqüências podem ser muitas. Os movimentos torácicos do feto, podem ser retardados.
A criança tem mais chances de apresentar problemas respiratórios e seu peso pode ser reduzido em até 350gr, se comparado a filhos de mães que não fumaram durante a gestação.
Estudos constataram um atraso entre oito meses e um ano no quociente de inteligência (Ql.) de crianças entre 7 e 11 anos de idade, filhos de mães fumantes e uma maior incidência de lábio leporino.
 Os componentes do cigarro podem gerar lesão na placenta, aumentando a chance de aborto ou de parto prematuro.
O leite materno, também sofre alterações: - diminui a quantidade e fica com menos gordura.
   Ciente disso, o melhor mesmo é cortar de vez esse hábito

    Bebidas alcóolicas:
Durante a gravidez é o período de amamentação, a mulher deve manter-se longe de bebidas alcóolicas e ingerir o mínimo possível as que contenham pouco álcool.
O máximo permitido é uma pequena taça de vinho ou um copo de cerveja em ocasiões muito especiais ou, até um cálice de licor.

    Produtos de limpeza:
É aconselhável que, ao mexer com amoníaco, água sanitária e outros produtos mais fortes, a futura mamãe use uma máscara no nariz, para evitar a inalação desses produtos, e luvas plásticas.

    Exercícios:
O exercício físico é saudável na medida em que melhora a digestão, o apetite, a função intestinal e o sono, além de aumentar a flexibilidade, o tônus muscular e melhorar o condicionamento cardiovascular.
Deve-se estimular o exercício físico regular, com moderação e de maneira individualizada, dependendo da idade e estágio de gestação.
O hábito de caminhar é particularmente recomendado.

    Cuidados com o cabelo, pele e dentes:
 É importante lembrar a paciente para nunca realizar exercícios até ficar cansada.
 Permanentes,  tinturas com amônia ou outras substâncias tóxicas podem causar mal-estar e afetar o bebê, principalmente no 1º trimestre. Já as rinsagens, hennas e produtos sem amônia não fazem mal. Mesmo assim, antes de usá-los consulte o seu ginecologista.
Tomar banho de chuveiro diário e lavar os cabelos com mais freqüência, devido o aumento da oleosidade da pele e dos cabelos.
 Os banhos de banheira são permitidos durante a gestação, além de ser relaxante é uma ótima terapia para dores musculares, lombalgia ou insônia.
Estar alerta para evitar quedas e escorregões na banheira ou chuveiro, devido ao equilíbrio diminuído no final da gravidez.
Os cuidados dentários não podem ser negligenciados. Realizar escovação após cada refeição.                                     A anestesia dentária, as obturações e extrações raramente são contra-indicadas.

Bebidas que contenham cafeína:
O excesso de café acentua a perda de líquidos, “engana” a fome e pode causar insônia. Por esses motivos o melhor é substituir o tentador cafezinho por sucos de frutas ou chás de hortelã, camomila, erva-doce. Já os chás mate e preto não são indicados, pois têm cafeína.

    Sono e repouso:
 Observar sono noturno adequado.
 Repousar, por alguns minutos, todos os dias, com os pés elevados. Sempre que possível, mantê-los assim, mesmo durante a execução das tarefas domésticas.

    Viagens:
Evitar viagens longas.
Caso seja necessário viajar, interromper as viagens longas com período de descanso de uns 15 minutos a cada duas horas.

    Trabalho:
 Deve ser realizado com moderação, sempre evitando a fadiga.
 Procurar diminuir os riscos ambientais (químicos, físicos e biológicos).
 Restringir as áreas de insalubridade e periculosidade.
 Evitar trabalhos que exijam equilíbrio delicado e/ou mudança de turnos (diurno para noturno)

    Medicamentos:
O uso de medicamentos, mesmo aqueles que você considera “inocentes” deve ser evitado, principalmente no 1º trimestre, pois o feto ainda está em formação e, assim, todo cuidado é pouco. Mas mesmo depois desse período, qualquer remédio só deve ser ingerido com autorização do médico.

    Exames radiológicos:
    É perigoso realizar exames radiológicos nos três primeiros meses de gravidez. Por isso, só pode ser feito quando for extremamente necessário. Mas mesmo assim, é fundamental ter alguns cuidados com o uso do avental de chumbo e de filme ultra-rápido.

     Sal na comida:
    Sal em excesso, mesmo quando não se está grávida, é prejudicial. O ideal é não exagerar no tempero, principalmente se está com pressão alta, pois isso só iria prejudicar o quadro.

    Banho de sol:
    Deve-se tomar alguns cuidados, pois a elevação das taxas de hormônio durante a gravidez pode provocar alterações na pigmentação da pele e ocasionar manchas. Apesar de elas normalmente sumirem após o parto, o ideal é não lançar mão de protetores solares. Além disso, deve-se usar chapéu e respeitar o horário para se bronzear que é das 8:00 às 10:00 horas da manhã ou depois das 4:00 da tarde. 

    Vestuário:Evitar qualquer roupa que restrinja a circulação.                                                                                                      Usar roupas confortáveis, de acordo com a evolução da gravidez.
Poderá ser usada cinta abdominal, própria para a gestante, no final da gravidez, para apoiar o útero aumentado, principalmente se a gestante tem a musculatura flácida.
O uso da cinta alivia a lombalgia e os sintomas de compreensão, pois parte do peso do útero é retirada dos ligamentos e dos vasos sangüíneos.
Usar sapatos confortáveis e que ajudem a manter o equilíbrio; sapatos com base maior.
Evitar sapatos de saltos altos, devido a dificuldade de se equilibrar.
Evitar o uso de ligas, pois elas retardam a circulação.
É aconselhável o sutiã de alças mais largas e ajustáveis. 
A maioria necessita de um número mais que o habitual para dar melhor apoio as mamas em desenvolvimento.
O uso de um sutiã adequado alivia o desconforto das mamas caídas e evita flacidez após o parto.
E aconselhável ter um sutiã para nutrizes que continuará sendo usado durante toda a amamentação.