quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Fofurinha do dia!

Ontem recebemos a visita da lindinha da Duda, esbanjando simpatia e carisma, contagiou a todos e não conseguiu passar despercebida, afinal quem não notaria esse coisinha mais linda?. Ela e a mamãe Andréia Félix se divertiram aqui na loja!






É ou não é uma verdadeira princesinha?



Para rir

Impossível não rir com esses baby's. Um mais lindo que o outro ...


Gêmeos Sincronizados!
Impressionante a forma como eles riem e param de rir ao mesmo tempo kk


Se divertindo com o papel.
Essa fofurinha ri histericamente ao ouvir seu papai rasgando em várias partes o papel ..



Spray com água.
Já essas figurinhas adoram um bom jato de água kk


Lutando contra o sono
Nosso ultimo vídeo é dessa lindinha que luta até o fim contra o sono, persistente não?






quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Fofurinha do dia!

Estava navegando pelas redes sociais rs e encontrei essa princesinha Laura Beatriz de 2 anos.
Com certeza é o orgulho da mamãe Patricia ...


Fale a verdade dá ou não vontade de morder?








Parabéns mamãe pela filhooota maravilhosa!!!!!!






terça-feira, 2 de agosto de 2011

Chegada do irmão

Prepare o primogênito para a chegada do irmão
Nada como um bom papo para explicar que a família vai ganhar um novo integrante.

Não é fácil para uma criança entender e aceitar que os pais optaram por ter outro bebê. Para ajudá-la a digerir a idéia e mostrar que seu espaço na família não está ameaçado, a regra é soltar o verbo. “Falar é sempre a melhor alternativa, independentemente da idade”, ressalta Ada Morgenstern, professora de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. O que muda, conforme a idade, é o tom da conversa. 

Se o pequeno só balbucia o bê-á-bá, não adianta apostar em longos discursos. Nesse caso, é preferível esclarecer, por exemplo, que a barriga da mamãe irá aumentar porque ali está crescendo um irmãozinho. Já os maiores são capazes de compreender que o bebê a caminho será um ser com necessidades e sentimentos próprios. Desde o momento da notícia, inclusive, os pais podem estimulá-los a compartilhar, no futuro, uma parcela de responsabilidade em relação ao caçula – sem forçar a barra ou sobrecarregá-los, é claro. Apesar de o ciúme ser inevitável, as reações do filho estão diretamente associadas à forma como os pais encaram a gravidez. Por isso, nada de transmitir insegurança. “A melhor maneira de contar é envolver a criança e criar a possibilidade de que a situação nova seja boa para ela”, aponta Luciene Tognetta, do Laboratório de Psicologia Genética da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Uma dica: no período próximo ao nascimento do novato na família, evite fazer transformações bruscas no cotidiano do mais velho. “A chegada do irmão já é uma mudança muito dura para ele”, afirma Luciene. Colocar na escola, tirar o bico da mamadeira ou alterar a decoração do quarto pode dificultar esse momento de transição na vida do pequeno. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Fashion kids

 A coleção da Mini&Kids está realmente um mimo. Cachorros, zebras, joaninha e até o hipopótamo entrou nessa , uma graça não? Agora imagine o seu pequeno com um macacão de zebrinha, ou a sua pequena com o body de cachorrinha. Da até vontade de ter um baby só pra ficar trocando de roupa rsrs!


                                                                Macacão - 89,90

                                                                       Body  - 59,90

                                                                 Conjunto  -  89,90

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terça-feira, 26 de julho de 2011

Alguns cuidados durante o aleitamento materno!

1. Ingurgitamento mamário:

É mais comum em primíparas (mães de primeira viagem) e costuma aparecer no segundo dia pós-parto. Resulta do aumento da vascularização e congestão vascular das mamas e da acumulação de leite. Pode atingir apenas a aréola, o corpo da mama ou ambos.
Quando a aréola está ingurgitada, a criança não consegue uma boa pega, o que pode ser doloroso para a mãe e frustrante para a criança, pois, nestas condições, há dificuldade para a saída do leite.
Para o tratamento do ingurgitamento mamário, são úteis as seguintes medidas:


  • Manter as mamas elevadas; usar um soutien apertado.
  • Compressas frias entre as mamadas para reduzir a vascularização.
  • Compressas quentes (ou ducha de água morna) antes das mamadas facilitam a saída do leite.
  • Amamentar com freqüência. Se necessário, extrair o leite manualmente ou com bomba de sucção.
  • Usar analgésico, se necessário.

2. Hipogalactia (diminuição do leite)

Queixa comum durante a amamentação é afirmar que se tem “pouco leite”, ou que o leite é fraco. Esta está relacionada, freqüentemente, com a insegurança materna quanto à sua capacidade de nutrir o seu filho, fazendo com que interprete o choro da criança e as mamadas freqüentes (normal no bebê pequeno) como sinais de fome. A ansiedade que tal situação gera na mãe e na família pode ser transmitida à criança, que responde com mais choro. O complemento com leites artificiais muitas vezes alivia a tensão materna e essa tranqüilidade vai-se repercutir no comportamento da criança, que passa a chorar menos, reforçando a idéia de que ela realmente estava passando fome.
A suficiência de leite materno é avaliada através do ganho ponderal da criança e o número de micções por dia (no mínimo 6 a 8). Se a produção do leite parecer insuficiente para a criança, pelo baixo ganho ponderal na ausência de patologias orgânicas, cabe ao médico conversar com a mãe e tentar determinar o que está a interferir com a produção do leite.
Nesse caso, é importante orientar a mãe a complementar a mamada ao invés de substituí-la pelo leite artificial, mantendo assim o estímulo da sucção, indispensável para a produção do leite.
Além da sucção dos mamilos, alguns fatores estão relacionados com o aumento dos níveis séricos de prolactina, tais como o sono e o exercício físico.

3. Traumas nos mamilos

As mães devem ser orientadas a procurar assistência médica quando surgirem traumas dos mamilos. A amamentação não deve ser dolorosa. Atenção:
  • Manter os mamilos sempre secos.
  • Após as mamadas, passar algumas gotas de leite sobre os mamilos.
  • Secar os mamilos
  • Expressão manual da aréola antes das mamadas.
  • Iniciar a amamentação pelo lado menos lesado.
  • Variar o posicionamento do bebê nas mamadas, evitando que ele pressione as áreas traumatizadas.
  • O uso de cremes com vitamina A e D ocasionalmente pode ajudar.
  • Usar creme com corticóide após as mamadas em casos de fissuras graves.
  • Analgésicos, se necessário.
Se o tratamento não surtir efeito e as fissuras forem suficientemente dolorosas a ponto de pôr em risco a amamentação, recomenda-se a suspensão da amamentação no seio mais comprometido por 24 a 48 horas, e efetuar o esvaziamento (manual ou com bomba de sucção) da mama comprometida, após cada mamada no outro seio. Após esse período, proceder da mesma forma com a outra mama.

4. Mastite

São as fissuras, na maioria das vezes, a porta de entrada para os germes (especialmente o Staphylococcus aureus) que provocam a mastite. Tal patologia deve ser precocemente diagnosticada e tratada. A mastite, em geral, compromete o estado geral da mulher, provocando dor local intensa, febre e mal-estar. A mama apresenta-se com edema, hiperemia e calor.
O tratamento é conduzido com antibióticos antiestafilocócicos (como, por exemplo, oxacilina e dicloxacilina) e esvaziamento suave e completo da mama comprometida, prevenindo, assim, o ingurgitamento e mantendo o suprimento do leite.
A amamentação não deve ser interrompida. Nos casos em que não ocorrer melhora após 48 horas de tratamento, pode estar a haver a formação de um abscesso, que pode ser palpado e identificado pela sensação de flutuação. Em tais casos está indicada a drenagem cirúrgica e, freqüentemente, a interrupção temporária da amamentação no seio afetado.

A alimentação da mulher que amamenta

Uma mãe saudável, bem nutrida, tem mais possibilidades de amamentar com sucesso. Calcula-se que para a produção do leite uma mulher necessite ingerir um acréscimo de, no mínimo, 500 calorias e 15g de proteínas por dia. Isto pode ser conseguido através de uma dieta variada que forneça todos os nutrientes essenciais.  Estudos demonstram que mulheres sem alimentação adequada, e mesmo desnutridas, têm nas mesmas condições para amamentar os seus filhos.




segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cólicas


Quando o bebê chora sem parar sem razão aparente, pode ser por cólica. O bebê pode dobrar os joelho em direção ao estômago geralmente as cólicas aparecem no final do dia. Para os pais e muito difícil lidar com as cólicas.
Nada parece ajudar quando o bebê tem cólica - parar de alimentar, trocar a fralda ou carregar no colo. Mais não se preocupe. A cólica dificilmente é perigosa e não dura muito tempo. As cólicas geralmente aparecem quando o bebê tem aproximadamente 2 semanas de vida. São mais intensas em torno dos 3 meses de idade. Geralmente desaparecem quando o bebê tem em torno de 4 meses de idade.


Causas
A cólica em bebês pode ser causada por:
  • Reflexo gastrocólico exacerbado, o que desaparece com a idade.
  • O bebê não consegue fazer digestão da comida.
  • O bebê tem alergia algum componente da comida.
  • O bebê tem gás (ar) no estômago.
  • O bebê não dorme o suficiente.
  • Barulhos na casa incomoda o bebê.
Quando passa a cólica, o bebê pode eliminar gases ou estar com a fralda cheia.
Algumas vezes, o bebê com cólicas tem um problema maior. Pode haver alguma coisa bloqueando o intestino, impedindo a passagem das fezes. O médico poderá examinar o bebê e realizar alguns exames para detectar este e outros possíveis problemas.

Prevenção
  • Mantenha a criança sentada ao alimentá-la. Dessa maneira a criança engolira menos ar.
  • Se você está amamentando tente estas dicas:
    • Evite beber refrigerante, café, chá e chocolate.
    • Pare de comer alimentos que tenham leite por 1 semana a cólica do bebê poderá desaparecer (converse com o seu médico antes de adotar essa medida. Ele poderá querer que você faça uma complementação de cálcio).
  • Não faça o leite do bebê muito quente.
  • Verifique o bico da mamadeira.Se o buraco for muito pequeno o bebê engolira ar.
  • Procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta ou amamenta o bebê.
  • Faça a criança arrotar com maior frequência. 
  •  
Dicas de autocuidado
Fique calma. Tente relaxar. É difícil lidar com um bebê chorando. Nenhuma das dicas abaixo irá curar a cólica, mas elas podem ajudar.
  • Certifique-se de que o bebê esteja recebendo comida suficiente. Ele pode apenas estar com fome.
  • Experimente diferentes bicos de mamadeira. Aumente o tamanho do buraco, se este for pequeno. Corte perpendicularmente ao buraco já existente. (Você fará um buraco em forma de x). veja abaixo como descobrir se o buraco esta muito pequeno:
    • Coloque leite frio na mamadeira.
    • Vire a mamadeira de cabeça para baixo e sacuda-a ou aperte-a.
    • Conte as gotas de leite que caem. Deve cair 1 gota a cada segundo. Se as gotas saírem mais devagar, é porque o buraco está muito pequeno.
  • Segure a criança em pé ou sentada para alimentá-la continue segurando a criança assim por algum tempo após ela terminar de comer.
  • Faça a criança arrotar depois de cada tomada de leite. Se estiver amamentando, faça-a arrotar também, entre um seio e outro.
  • Use uma chupeta mas nunca coloque a chupeta em uma corrente em volta do pescoço da criança.
  • Deite a criança apoiando o estômago dela ao longo do seu braço. Coloque o rosto do bebê na sua mão e deixe que as suas pernas cavalguem no seu braço. Segure as costas do bebê com o seu outro braço para evitar que ele caia. Caminhe com a criança nesta posição por algum tempo.
  • Coloque uma música suave. Isto poderá ajudar a acalmar você e o bebê.
  • Leve seu bebê para passear fora de casa em um carrinho.
  • Não de antiácidos ou gotas de dimeticona para o bebê a menos que o médico recomende.
  • Deixe a criança chorar até dormir se mais nada ajudar. Mas chame o médico se o bebê chorar por mais de 4 horas.
  • Peça para outra pessoa cuidar do bebê se você ficar muito estressada. Descanse um pouco.
  • Coloque uma bolsa térmica (calor baixo) ou bolsa de água quente sobre a barriga do bebê. Coloque sobre a roupa e verifique se a temperatura da água não está muito alta, para não queimar o bebê.

Importante
  •  Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. 
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.